terça-feira, 8 de junho de 2010

Um ciclo que fecha...

Sempre deixa suas marcas. Boas ou ruins elas estarão sempre ali. É bom quando encerra e você ainda consegue manter o sorriso no rosto, pois os momentos bons e felizes foram mais fortes do que aqueles que te deixaram pra baixo. Experimenta-se uma sensação de alívio, de missão cumprida. E a vida segue...

Mas nem todo ciclo é assim. Têm outros que deixam feridas tão abertas, tão mais fortes e reais que os momentos bons, que é difícil imaginar um fim. É a humilhação, a falta de respeito, de carinho, de amizade. Aquela que você um dia achou que tivesse. É seu espírito, sua alma, vivendo em completa miséria. O fato de você quase acreditar em qualquer absurdo que digam sobre você. Um atestado de “sim, você tem absoluta razão sobre a minha vida.” Assinado: Eu

E quando dizem que nada está tão ruim que não possa piorar... É a mais pura verdade. Só que aí você já está tão detonado, tão humilhado, tão exposto que o efeito já é inverso. Você já nem sente mais... Dizem que são nesses momentos em que você aprende a ser forte ou onde você descobre a sua força. Aquela que vem lá de dentro. Uma que ainda não desistiu de você. É uma luzinha, lá no fim e, que com o tempo, ganha força.

Força. Luz. Paz. No caos interno em que se vive é extremamente difícil encontrar qualquer uma das três. Mas aí quando você cruza com pessoas que realmente sabem o seu valor, seus princípios e te conhecem de verdade, elas começam a te puxar. Pela mão. Te guiam em direção ao trio fantástico. E você já não se sente mais sozinho, nem diminuído, nem miserável porque afinal de contas, a vida é difícil até mesmo para quem é merecedor. E aí você espera... Porque uma hora há de passar. E quando você tem alguém que depende única e exclusivamente de você, você sabe que tem que deixar passar. E rápido. Porque a partir deste momento, um ciclo doloroso e digno de ser esquecido já deixa de pesar. Um novo ciclo já começa a despontar... Que se viva com intensidade. Que se viva de verdade. Que se seja feliz como deve ser. Sempre que possível. O máximo possível. E isso vai acontecer - de novo - porque você está comigo...

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Because everything tends to blue...

quinta-feira, 22 de abril de 2010

7...14...ou 21!

São 3 as opções. Prefiro o número 7. E em todas as noções de tempo possíveis. É menos tempo. Consigo pensar em apenas 7 horas. Mas na verdade poderiam ser 7 dias, 7 semanas, 7 meses ou 7 anos. Pararia de contar a partir dos anos... E mesmo assim seria algo relativamente suportável...

14 já é algo. Não me incomodaria com 14 horas, nem com 14 dias, mas a partir de 14 semanas já seria um tempinho chato. Lembraria saudade, que lembraria momento, que lembraria ausência, que lembraria você...

Com 21, eu já me preocuparia. E em todas as noções de tempo possíveis. Tá, tudo bem. 21h é totalmente aceitável, mas 21 dias é quase 1 mês. 21 semanas são quase 5 meses... E se for pensar em anos...Bom, é melhor nem pensar...

7...14...0u 21. São as opções que eu tenho. Sei que te ver de novo não é algo que possa estar compreendido entre algumas horas ou semanas. Não se pode atravessar o oceano todo dia. Gostaria de pensar em meses, mas talvez fosse melhor apostar minhas fichas em alguns anos... Pensar nos números até que é fácil. Difícil é tentar delimitar a data - o reencontro com você - entre as várias possibilidades envolvendo 7...14...ou 21.