quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Lá se vai 2010...

Ano confuso. Cheio de surpresas. 2009 tinha sido tão espetacularmente bom que eu achei que 2010 não fosse chegar aos pés. Mas chegou. Ou melhor ultrapassou. Pela mudança de ares. Pelo aprendizado. Pelas pessoas que entraram na minha vida. E que ainda vão ficar por um tempo. Por aquelas que saíram. Por livre e espontânea vontade. Pelos amigos de perto. Que vieram pra mais perto ainda. Por todas as lembranças, por todas as dores, pelo que ainda está por vir. Pelo que ainda está longe e eu não conheço. Porque o melhor de 2010 ainda está comigo. Bem dentro de mim. Porque o melhor de 2010 na verdade vai chegar em 2011. Como um presentinho atrasado. Como o MELHOR de 2011. 2010 foi o marco da felicidade para todos os anos que ainda estão por vir.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Para quem já foi criança III

Última cena da minha infância que eu compartilho. É a mais vergonhosa. A mais humilhante. A que tem mais cara de Letícia. Aquela cena que alguém da minha família presenciou e não esqueceu nunca e passou adiante para os demais e todos me tiram sarro até hoje.
Todo mundo sabe que Yakult é uma delícia e deveria ser vendido em litros. O fato é que a garrafinha ainda não aumentou e o pack ainda vem com 6 unidades. Em uma família de 5 filhos só se saboreava uma única garrafinha. Mas as vezes, bem as vezes - lá vem a parte vergonhosa - eu roubava o pack da geladeira e ia até o banheiro. Sim, eu me trancava lá e tomava, ou melhor, saboreava 1 yakult, 2, 3, 4, 5, 6... Até dar dor de barriga! E como se não bastasse, para não ser pega, eu enrolava as garrafinhas em papel higiênico e jogava no lixo. Maneiro, hein? Fiz isso algumas vezes antes de ser pega, acredito que por um pequeno descuido. Não lembro. O fato é que nunca mais fiz. Ficou muito feio para minha reputação em pleno desenvolvimento. Esse meu egoísmo teve um sabor meio traumatizante.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Hello "stranger"...

Descobri que você ainda vem aqui. E que lê os textos sem graça que eu costumo escrever. E apesar de todas as besteiras e blá,blá,blá que costumam cruzar minha cabeça desocupada, fico feliz por isso. De alguma forma, você ainda pensa em mim. Ou lembra de como tudo parecia mais fácil antes. Saudade already! Os dias, as semanas, os meses se repetem e eu quase não sei mais de você. Sai ano, entra ano e temos falado cada vez menos. Mas, quando aparecer de novo, por favor, deixe seu recado... Talvez você atenda ao meu pedido e me escreva, assim como talvez eu te responda... E quem sabe você possa aparecer com uma certa freqüência. Talvez...